Considera que a decisión do Constitucional de prohibir o referendo é un "atropello democrático" e anuncia que recorrerá nas instancias europeas.
O lehendakari Juan José Ibarretxe leu un comunicado este venres no que sinala que acata a sentenza do Tribunal Constitucional pola que se prohibe a consulta do 25 de outubro. Porén, Ibarretxe cualificou o pronunciamento dos maxistrados como un atropello democrático e anunciou que o goberno vasco vai batallar nas instancias europeas para que se recoñeza o dereito á consulta.
PNV, EA, EB-Berdeak e Aralar estudan a maneira de levar adiante a iniciativa de denunciar o Estado Español diante do Tribunal Europeo de Dereitos Humanos por impedir a consulta.
Poden ampliar a información aquí:
Resultado previsto desta medida electoralista (soamente co fin de gañar votos da esquerda radical) disfrazada de consulta ilegal.
e o que hai.
que territorio se independizou de españa democraticamente ó longo da historia?? NINGÚN
españa so entende de guerra, e quen queira independizarse de españa, terá que facelo mediante a guerra.
xa anunciaron que outra vía (autodeterminación), non sirve....
en fín, a democracia ten límites, é igual o que pense o pobo, sempre estará a constitución para decidir o que pode ou non pode decidir o pobo....
Conforme co comentario anterior #2.Está claro que o Estado español non respecta un dereito básico dos pobos como é o dto a autodeterminación pese a recoñecelo a ONU e os pactos internacionais que ten asinado españa.En fin...O que tamén sorprende é que despois de botar un pulso ao Reino de españa, o lehendakari non loite en serio por dereitos máis básicos do seu pobo como é que todo o mundo en euskaddi poda votar aos partidos políticos que lles pete, que estes podan presentarse as eleccións,que se respecte a decisión das urnas, que non se pechen xornais, que non se encarcele por ideas políticas, que non se torture,etc, etc...e claro, se despois se vai celebrar o cumpreanos do monarca,se negocia os orzamentos con ZP, etc pois que quere que faga a cidadanía vasca máis comprometida co destino do seu pobo.
Era o previsible, e incluso pode ser positivo porque ha contribuir a unha maior unidade de acción do nacionalismo vasco e unha toma de conciencia por parte do pobo vasco da febleza da súa autonomía política. Así o Estado Español o único que conseguirá é que cada día haxa máis nacionalistas e máis comprometidos, iso seguro. Non hai mal que por ben non veña.
Concordo com todos vos, felizmente há gente que olha além da política-ficçom e da virtualidade espanholista. Actuemos em consecuência
Que se podia esperar desta xustiza politizada.
Euskadi tera que acudir a institucions internacionais para que se escoite a sua voz.
Ibarreche: la acatas y te resignas. Y haznos un favor, esta vez no nos mandes a tus pistoleros de ETA.
Ogallá os manden,ogallá :)
PISTOLEIROS facédelhe un favor este homem para non sofrir máis, tiro na testa para o amigo das seragulls¡¡¡¡.So falta o endereço para mandar-cho, venha dio¡¡¡
Concordo plenamente com Outro #4. Isto lembra-me a campanha a favor de ERC que fez o PP em 2004. Embora a medida não vaia prosperar, e embora o TEDH dê a razão ao estado espanhol, é mágoa que na Galiza nem se proponha algo assim. E é mais mágoa quando quem põe as barreiras e os limites são justamente os de BNG e TG-PG. Quando mais haverá que aguardar por uma alternativa independentista na Galiza?
É estranho que aqueles que bombardearam e destruiram a Yugoslavia, para criarem paises inviáveis como o Kosovo, onde imperam as mafias, e o control dum grupo de fanaticos terroristas, impessam um REFERENDO no « seu » território. Das duas uma ou estamos perante criminosos de Guera como a dupla Aznar>/Solana, ou os Governos do PSOE/PP precisam da ETA para ganharem eleições e limitarem as liberdades! O problema do Euskadi não se resolve com prisões, e limitações ás mais elementares liberdades, resolve-se com um REFERENDO! As Constituições da Yugoslavia e da Sérvia tambem não permitiam a independência do Kosovo!
E ainda menos mal, porque Iugoslavia non era máis que unha fantochada comunista patética. Croacia e Eslovenia por fin ficaron ceibas de Serbia. Euskadi ten dereito a facer unha consulta, porque os habitantes deben ter a liberdade de decidir o seu futuro. Euskadi ten língua, territorio e historia de seu. Tamén ten parlamento e goberno propios, entón por qué non pode decidir? Teñen dereito porque teñen institucións. Pensaran antes os españois en darllas. Agora a foderse.
A maioria da população da Yugoslavia era sérvia! A unica Republica mais coesa era a Eslovenia, em todas as outras havia muitas regiões sérvias! Essas populações acabaram por ser expulsas, tal como os servios de Serajevo , os servios da Kraina e os do Kosovo, etc.Por vontade dos « democratas » de Espanha, EEUU, Alemanha e outros os sérvios ficariam com Belgrado. Houve ali uma autentica limpeza étnica. O Kosovo não se pode comparar com o Euskadi,pois não foi no Euskadi que nasceu o estado espanhol, ao contrario do Kosovo , onde após a 1ª guerra mundial a população era maioritariamente sérvia e é no Kosovo que se encontram os principais monumentos sérvios. Ou encontravam , pois com o apoio da OTAN tudo tem sido destruido.
NACIONALISMO O QUE FAZ?
A padeira Brites de Almeida não foi uma mulher vulgar. Era nacionalista, grande, com os cabelos crespos e muito forte. Não se enquadrava nos típicos padrões femininos e tinha um comportamento masculino. Nasceu em Faro Portugal, de família pobre e humilde.
O dia 14 de Agosto de 1385 amanheceu com os primeiros clamores da batalha de Aljubarrota e Brites não conseguiu resistir ao apelo da sua natureza. Pegou na primeira arma que achou e juntou-se ao exército português que só com 6500 homens já incluindo 300 arqueiros ingleses naquele dia derrotou o invasor castelhano com um poderoso exército com mais de 30000 homens incluindo castelhanos, franceses e genoveses. Depois da derrota castelhana chegou a casa cansada mas satisfeita, despertou-a um estranho ruído: dentro do forno estavam sete castelhanos escondidos. Brites pegou na sua pá de padeira e matou-os logo ali. Tomada de zelo nacionalista, liderou um grupo de mulheres que perseguiram os fugitivos castelhanos que ainda se escondiam pelas redondezas. Conta a história que Brites acabou os seus dias em paz junto do seu marido lavrador mas a memória dos seus feitos heróicos ficou para sempre como símbolo da independência de Portugal. A pá foi religiosamente guardada como estandarte de Aljubarrota por muitos séculos, fazendo parte da procissão do 14 de Agosto.
A Batalha de Aljubarrota foi uma entre muitas que o invasor castelhano foi derrotado e humilhado em Portugal: http://es.wikipedia.org/wiki/B...
No fim da batalha nenhum comandante português foi ferido. Dos 5 comandantes castelhanos 2 foram mortos, 2 ficaram gravemente feridos e prisioneiros e 1 (D. Juan) fugiu gravemente ferido. Morreram mais de 10000 homens do lado castelhano (em 2004 um historiador espanhol diz que só morreram 3000) e 6000 foram presos. A certeza é que dos 30000 homens do exército comandados por D. Juan I de Castela que invadiram Portugal só menos de metade voltam. Dois rios na zona de Aljubarrota ficaram entopidos com os corpos mortos das tropas castelhanas. O povo matava todos os soldados castelhanos que debaixo de humilhação tentavam fugir até que o Rei de Portugal pediu clemência ao povo pelos derrotados. Foi decretado luto em Castela.
A história da Padeira de Aljubarrota não passa duma lenda.... No caso de ter mesmo acontecido ela hoje seria uma perigosa criminosa de guerra ao serviço da Al Quaeda e o Juiz Baltazar Garzon já teria feito assinado um mandato de captura! Ha muitas lendas da parte portuguesa contra os espanhois,como talvez haja dos espanhois em relação a nós. Ambos fazemos parte do mesmo espaço geografico, a Peninsula Ibérica, mas o melhor é vivermos em paz e harmonia como varios povos irmãos.os portugueses do Algarve e do Alentejo têm mais semelhanças com os andaluzes e extremenhos do que com os portugueses do norte que são aparentados dos galegos.