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Marcha Mundial das Mulleres

Marcha Mundial das Mulleres

Entre o 14 e o 21 de outubro Vigo acolleu (*) o VII Encontro Internacional da rede feminista Marcha Mundial das Mulleres. Este encontro, que se celebra cada dous anos, reúne delegadas dos cinco continentes.

A Residencia de Encontro e Formación de Panxón, na cidade olívica, acolleu aproximadamente a 150 participantes, duns 40 países, que participan en representación das coordinadoras nacionais e do Comité Internacional da Marcha Mundial das Mulleres.

*escrito en pasado porque a versión en papel chega ás vosas casas logo do evento.

Redacción - 21:08 10/10/2008
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Un dos obxectivos desta xuntanza é preparar unha nova acción global que vai ser levado a cabo no 2010. En Galicia xa se viviu a Marcha Mundial das Mulleres do 2004, que rematou coa entrega de preto de 5 millóns de sinaturas de apoio ás reivindicacions desta rede feminista ante as Nacións Unidas.


A rede defínese a si mesma coma un movemento internacional de accións feministas que reúne grupos e organizacións de base que traballan para eliminar as causas da pobreza e da violencia contra as mulleres, que loita contra todas as formas de desigualdade e de discriminación cara a elas. Para lograr isto, son conscientes de que as súas accións teñen que orientarse na busca dun cambio político, económico e social. Deste xeito, traballan na procura de globalizar a solidariedade, acadar a igualdade entre mulleres e homes, entre as propias mulleres e entre os pobos. Defenden o respecto á diversidade entre as mulleres, á multiplicidade das súas estratexias, a valoración do liderado das mulleres, e o fortalecemento de alianzas entre as mulleres e outros movementos sociais progresistas.  

O lema do VII Encontro, “Cambiar a vida das mulleres para cambiar o mundo, cambiar o mundo para cambiar a vida das mulleres”, responde ao desexo das representantes da MMM de reafirmar a súa pertenza ao chamando movemento “anti” ou “alter” globalización, pero insistindo nas análises dos problemas e nas accións dende as mulleres, xa que entenden que esta perspectiva de xénero continúa a ficar, moitas veces, esquecida.  

Dende a Marcha son conscientes das grandes diferenzas políticas e de acción que presentan os colectivos que a integran. Pero comparten a idea de que o feminismo é un pensamento, un proxecto social, unha alternativa, unha maneira distinta de ver o mundo, que vai máis alá da simple constatación das desigualdades e da necesidade de permitir o acceso ao poder. Os motivos que animan á Marcha é desfacer os sistemas que perpetúan o medo á diferenza, que atizan o odio das diferenzas e xustifican a violencia: denunciar os sistemas que xeran a exclusión e aumentan a dominación.  

Como sempre ocorre nestes Encontros, o momento cume é a marcha propiamente dita, que percorreu as principais rúas de Vigo o domingo ao mediodía. Este acto público clausurou un Encontro que este ano centrou as súas reflexións arredor do tema da soberanía alimentaria. Así, un Foro Internacional sobre a Soberanía Alimentaria contou coa participación de especialistas dos cinco continentes. Asemade na Praza da Estrela da mesma localidade desenvolveuse unha Feira de Soberanía Alimentaria, disposta con tres espazos ben diferenciados: a Carpa dos colectivos, con exposición e venda de produtos e obradoiros formativos e divulgativos; a Carpa de Debates e Proxeccións e a Carpa de Punto de Encontro e Festa.


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Comentarios (2)

GalizaPais #1 12/Outubro/2008 GalizaPais
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Espanha não é uma nação simplesmente é um Estado feito pela força com a nação castelhana a ocupar outras nações. Não há nacionalismo espanhol, há mercenarismo é diferente de nacionalismo. Interesses materiais e não patriótas. Por exemplo os isolatas vivem disso os reintegratas são simplesmente patriótas.
Tal como a EX-Jugoslávia mais tarde ou mais cedo Espanha acabará. Ficará Castela com as outras nações vizinhas.
Galiza ocupada ou livre será sempre uma Nação. Espanha não.
Na Ex-Jugoslávia bastou o marchal Tito morrer para que a colonização da Sérvia sobre as outras nações acabasse.
Em Espanha o que é necessário?
Noutros tempos só era preciso uma padeira na GALIZA outra na CATALUNHA e outra no PAÌS BASCO com a “RAÇA” de Brites de Almeida filha de Galegos e nascida no Algarve - Portugal.
Hoje está tudo na mão dos políticos no caso da GALIZA nos políticos GALEGOS.
Segue-se a história da padeira filha de galegos que contribuiu para a solidificação da libertação de uma parte do reino da Galiza (Portugal).

A padeira Brites de Almeida (de origem galega) não foi uma mulher vulgar. Era nacionalista, grande, com os cabelos crespos e muito forte. Não se enquadrava nos típicos padrões femininos e tinha um comportamento masculino. Nasceu em Faro (Algarve) Portugal, de família pobre e humilde de ORIGEM GALEGA. O Reino de Portugal tinha sido fundado só há 240 anos e os portugueses sentiam-se ainda galegos.
Mais do que nacionalismo português havia um sentimento contra Castela e Leão pelo facto de pouco tempo antes os independentistas galegos terem sido esmagados por exércitos desses reinos.
Para o povo português a derrota castelhana em Aljubarrota para além de ser decisiva para Portugal representava um ajuste de contas com Caslela e Leão pelo que tinham feito aos irmãos independentistas galegos. E a oportunidade de destruir o exército castelhano.
O dia 14 de Agosto de 1385 amanheceu com a notícia da invasão de Portugal pelo exército castelhano constituído por mais de 30000 homens criando as condições para a batalha de Aljubarrota. A padeira Brites de Almeida não conseguiu resistir ao apelo da sua natureza. Pegou na primeira arma que achou e juntou-se ao exército português que só com 6500 homens já incluindo 300 arqueiros ingleses naquele dia derrotou o invasor castelhano que tinha um poderoso exército com mais de 30000 homens incluindo castelhanos, franceses e genoveses. Depois da derrota castelhana chegou a casa cansada mas satisfeita, despertou-a um estranho ruído: dentro do forno estavam sete castelhanos escondidos. Brites pegou na sua pá de padeira e matou-os logo ali. Tomada de zelo nacionalista, liderou um grupo de mulheres que perseguiram os fugitivos castelhanos que ainda se escondiam pelas redondezas. Conta a história que Brites acabou os seus dias em paz junto do seu marido lavrador mas a memória dos seus feitos heróicos ficou para sempre como símbolo da independência de Portugal. A pá foi religiosamente guardada como estandarte de Aljubarrota por muitos séculos, fazendo parte da procissão do 14 de Agosto.
A Batalha de Aljubarrota foi uma entre muitas que o invasor castelhano foi derrotado e humilhado em Portugal. Versão castelhana indesmentível: http://es.wikipedia.org/wiki/B...
No fim da batalha nenhum comandante português ficou ferido. Dos 5 comandantes castelhanos 2 foram mortos( Juan de Rye e Pedro Álvarez Pereyra), 2 ficaram gravemente feridos e prisioneiros ( Pero López de Ayala e Gonzalo Nuñez de Guzmán ) e 1 (o Rei D. Juan I de Castela) fugiu gravemente ferido, beneficiando da clemência do Rei de Portugal. O rei D. Juan de Castelha ostentou falsamente o título de Rei de Portugal sem nunca o ter sido porque nunca foi aclamado pelo povo nem em cortes e foi derrotado militarmente pelos portugueses. Morreram mais de 10000 homens do lado castelhano (em 2004 um historiador espanhol diz sem fundamento que só morreram 3000) e 6000 foram presos. A certeza é que dos mais de 30000 homens do exército comandados por D. Juan I de Castela que invadiram Portugal só menos de um terço voltam. Chegaram a casa só menos de 7000 homens muito feridos. Dois (2) rios na zona de Aljubarrota ficaram entopidos com os corpos mortos das tropas castelhanas. O povo matava todos os soldados castelhanos que debaixo de humilhação tentavam fugir até que o Rei de Portugal pediu clemência ao povo pelos derrotados para que alguns podessem partir. Só este pedido de clemência do Rei português que o povo obedeceu, permitiu o regresso de menos de 7000 dos derrotados onde se incluia o Rei D. Juan de Catela após humilhação popular. Das mãos da padeira Brites de Almeida foi salvo e feito presioneiro o comandante castelhano Pero López de Ayala já com dentes, pernas e braços partidos, quase sem vida, pelo exército português que o queria vivo para dar informações e ser peça de negociação da paz definitiva. Na sociedade machista da época a humilhação foi tão grande que os castelhanos se dividiram em duas explicações, uns diziam que Brites de Almeida não era uma mulher normal tinha grandes mãos com seis dedos em cada uma, outros que tinha sido um sonho ou uma lenda. A verdade é que a biografia desta mulher está documentada desde o nascimento até à sua morte. A grande superioridade numérica de nada valeu aos castelhanos. Nesta batalha morreu a élite do exército castelhano, fidalgos e nobres dos mais importantes. Foi decretado luto em Castela por 2 anos.


Deste facto histórico temos de tirar conclusões:

Os portugueses só com 6500 homens ganharam contra um exército com mais de 30000 porque usaram a inteligência. Quando o Rei de Portugal sobe da invasão estava à mesma distância de Aljubarrota que as forças castelhanas e ainda teve de reunir as tropas. Teve a inteligência de empurrar os castelanos para o melhor local para os portugueses vencerem a batalha e conseguiu. Ou seja conduziu a guerra desde o início.
Com este facto histórico não se pretende insentivar a violência mas a inteligência. Hoje não é com guerras ou guerrilha que a Galiza conquistará a sua autodeterminação conforme está consagrado na carta das Nações Unidas. Os patriótas galegos têm meios políticos e económicos para inverter esta situação de forma à Galiza deixar de ser um território colonizado onde a vontade castelhana prevalece. É só usar a INTELIGÊNCIA.

GalizaPais #2 13/Outubro/2008 GalizaPais
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Depois da Coroa tanto ter privado os galegos das suas origens e idioma quase nada se perdeu. Foram três séculos de proibição do galego na Galiza. O galego foi a segunda literatura medieval mais importante quando o castelhano/espanhol nem de dialecto era classificado.

Quem duvida que o galego é ainda um idioma internacional?
Depois de proibido na Galiza durante três séculos quase nada perdeu da sua originalidade:
http://br.youtube...
O nosso idioma está vivo na Galiza e recomenda-se.....é preciso ser muito espanholista para não reconhecer que o português e o galego são o mesmo idioma tanto no século IX como no século XXI. Contra o castrapo da RAG e pela recuperação total da língua nativa da Galiza. São mais de 250 milhões de pessoas em todos os Continentes que falam nosso idioma nativo.


Pedido dos nacionalistas a todos os galegos que transmitissem esta mensagem no fim de um comentário.

GALIZA CEIBE
1 Galego nativo escrito na norma universal como único idioma oficial na Galiza.
2 Entrada como membro de pleno direito na lusofonia.
3 Recepção imediata em canal aberto das televisões portuguesas na Galiza.
Só com estas condições a Galiza terá progresso em galego e será respeitada no mundo.

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