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AUDIENCIA NACIONAL

O xuíz ordena seguir a causa contra o alcalde que lle chamou "crápula" ao rei

O rexedor de Puerto Real (Cádiz) declarou este luns en calidade de imputado por un delito de inxurias á coroa española.

Redacción - 18:00 27/10/2008

Fernando Grande – Marlaska, en calidade de xuíz da Audiencia Nacional, deu a orde de proseguir a investigación contra o alcalde gaditano de Puerto Real (IU), José Antonio Barroso. Acúsaselle dun delito de inxurias graves á coroa española, logo de chamarlle ao rei "fillo da crápula" e "corrupto", que está penado con entre seis e 24 meses de multa. O maxistrado considera no seu auto que o alcalde "trascendeu o exercicio da liberdade de expresión" e incorreu nunha "desproporción" ao "conxugar a crítica á institución monárquica co debate político". Ademais, engade que "violentou o límite da intanxibilidade inherente á dignidade da monarquía, da persoa que encarna, así como dos fundamentos da orde política e da paz social".

Pola súa banda, o avogado de Barroso anunciou que recorrerán este auto do xuíz solicitando o arquivo da causa e advertiu que "no caso de que a súa petición sexa desestimada" achegarán declaracións de "historiadores e documentos para demostrar" que as palabras do seu cliente "teñen base histórica acreditada". Neste sentido, o propio alcalde manifestou a súa satisfacción pola decisión do xuíz de non arquivar a causa, xa que "iso abrirá o debate republicano", dixo á saída do xulgado.

Que aclare o 23-F
José Antonio Barroso reiterou que "existen unhas fallas democráticas neste sistema, que non permite falar do rei nin dos seus negocios, nin da orixe do seu gran capital". Así, instou ao monarca a "explicar por que a súa é a cuarta fortuna do Estado Español" e "cal foi a súa verdadeira implicación no 23 F". Neste sentido, reiterou as súas críticas á monarquía que considerou "anacrónica e de orixe ditatorial, ademais de innecesaria" e subliñou que "a vida do rei non se corresponde coa vida austera e de adicación plena que se lle supón".

Para a súa declaración perante a Audiencia Nacional, Barroso chegou acompañado do número dous do PCE, Felipe Alcaraz, e por un grupo de simpatizantes que lle amosaron o seu apoio con bandeiras republicanas e carteis alusivos con lemas como "Mandar calar, negocio real" ou "reinan porque amordazan".


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Comentarios (20)

breixoak #1 27/Outubro/2008 breixoak
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O vídeo desta noti é "demasié", que diría Bárbara Rey

Carlinhos #2 27/Outubro/2008 Carlinhos
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Elreid'EspaÑa si é "Bárbaro Rey".
Galiza nom quer monarquia desque morreu Dom Garcia!

Eurico #3 27/Outubro/2008 Eurico
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Mais ben dende que marchou John of Gaunt. (XIV).

BonKarallan #4 27/Outubro/2008 BonKarallan
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Akí komo ao rei chaméslhe basto e kabalo de idem, poderás ser o primeiro en kantar as karenta no tute ke che van a meter e logo dormirás na kadea.

Espanha non ía ser menos que Portugal cos Cds piratas.

Ao melhor o rei, que non é moi kulto, porke non foi a universidade a pesar de ser doutor onoris kausa, pensou que crápula é mulher de mala vida. E de korrupto ren. O rei é inkorrupto, como Sara Montiel e Maikel Yakson.

Barcelos #5 27/Outubro/2008 Barcelos
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Un dez para este vídeo.

A ver se teñen collóns os de telecinco de levar este video e a este señor a La Noria ou os de Antena 3 ao seu programa rosa.

BonKarallan #6 27/Outubro/2008 BonKarallan
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¡¡VIVA A REPÚBLIKA!!

Rei...no...n de Galiza.

Barcelos #7 27/Outubro/2008 Barcelos
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Como sigan condenando a xente por opinións contra o rei, paréceme a min que van acelerar a chegada da III República. Juan Carlos I tamén será o último.

Eu aposto porque o Príncipe, non vai pasar de ser príncipe e a Peñafiel váiselle a esgotar o tema moi pronto e vai morrer de aburrimiento.

micsha #8 27/Outubro/2008 micsha
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Comentario mal valorado polos lectores. Ver



Inxel #9 28/Outubro/2008 Inxel
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Señores de Vieiros, en galego, non existe o sintagma "do orde político", mais si "da orde política".
No comentario núm. 8, hai algunha expresión bastante indelicada e mesmo ofensiva. Outra expresión á que non lle vexo punta é : "Qué pena y qué decadencia". A que virá ese laído?

Angolano #10 28/Outubro/2008 Angolano
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Em Angola ninguém tem problemas com a justiça por chamar crápula ao presidente e temos fama no exterior de não haver democracia no país.
Há dias li um artigo que dizia:
""Nasci a sul do rio Minho na antiga Galécia filho de pais portugueses também da Galécia , e, portanto, tenho bilhete de identidade português. Sou galego. Sim, galego. A minha pátria (ainda que não negue a co-patriedade portuguesa) é a Galiza. Aqueles leitores que sabem onde fica a província portuguesa do Minho estarão a pensar: «Ui! mas este fulano não está a regular bem... Fica do outro lado da fronteira!...» - Pois fica. Mas, quer se queira quer não, as fronteiras administrativas são construções artificiais que nem sempre definem os sentimentos identitários dos indivíduos que pretendem agrupar. Tal como os Bascos estão repartidos entre Espanha e França, transformados pois num povo e numa nação sem estado, também eu pertenço a uma nação sem estado - Galiza. Hoje em dia, o local onde nasci e aquele donde agora escrevo (Braga) não fazem parte do território administrativamente chamado "Galiza", enquanto região. Pois não. Mas fazem parte de um território histórico, com a mesma língua, com muitas das mesmas tradições, muitas das mesmas superstições populares, com uma história comum que se perde nos confis dos tempos... Tudo isso é património cultural, meus senhores (e minhas senhoras). A história de um povo, a história de uma nação, não começa pelo século XI-XII, mas sim muito antes... Os Suevos, o Império Romano, a cultura castreja, etc etc etc.
Para que conste, sou galego. Sou galego e não posso ser categorizado como "espanhol" porque nem nasci, nem nunca vivi em Espanha. Sou galego, porque assim o sinto, porque assim o vivo e porque assim o quero. Sou galego porque nasci e cresci sob a influência de uma parte considerável do património cultural galego. Por favor, nunca me categorizem, só porque me considero galego, como "espanhol". Sei o que custa para muitos nascidos a norte do rio Minho chamarem-lhes espanhóis.""
Desde já, o meu sincero agradecimento.

LusoAmericano2 #11 28/Outubro/2008 LusoAmericano2
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Este comentário foi apagado pela redacção de Vieiros e o usuário ficou inibido de acessar ao site.

Vou repetir o texto que a redacção de Vieiros não gostou mas que até agora foi bastante valorado.

"A crioulização do idioma galego feito actualmente pela RAG é um crime colectivo muito maior do que os factos que se seguem:
Insularidade da cultura Galega.
A Galiza é uma ilha. tem mar por todo o lado. O que é bom na galiza é ser-se galego. E mais nada!, os meus avós eram galegos, e nunca sairam de casa, com medo dos ventos espanholados que por lá podem passar. Eu já fui à rua. A rua era linda. Uma rua de asfalto, DE ASFALTO GALEGO!, genuinamente galego. com ervas galegas, e cães a fazer um xixi muito amerelo e muito galego. Percebem agora que a GALIZA é uma ILHA?

O senhor está-se a rir, e eu também gosto de rir, mas gostava primeiro saber do que nos vamos rir juntos: -das valas de cadáveres comuns ainda não levantadas? -Das multas por falar galego? -das vivas obrigadas nas ruas da Galiza a ponta de fuzil à bandeira espanhola, obrigando a gritar "arriba españa"? -Do assassinato de 190.000 galegos pelas suas ideias políticas entre 1936 e 1967?
Ao seu pai fuzilaram-no por defender a língua da galiza, não foi? o que bom, riamo-nos juntos disso... que parvoice querer falar a tua língua, não é? que parvoice defender a cultura....
Ah, já não me lembrava, à tua prima raparam-lhe a cabeça por agachar republicanos... que engraçado, são tão giros estes galegos.... Sempre reivindicando...
Que violaram à tua mãe diante de todos , por ser "galleguista" o que riso que me dá....
De que é que se ri, amigo? Que bom é ter um país normal para se poder rir um da identidade doutrem, que bom não é? Eu também gostaria, não imagina quanto
Riamo-nos juntos do genocídio em Timor desses indonésios provincianos, anda, vá lá, não se atreve? Mas com a Galiza atreve-se não é?
Aqui desde a "region noroeste" que diriam os franquistas, um saúdo e um convite para combinar e rirmo-nos juntos desde a nossa normalidade comoda de sofá sobre as desgraças e injustiças do mundo...espero encontrá-lo"

Carbalho #12 28/Outubro/2008 Carbalho
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micsha, a cuestión non é que sexa insulto ou non, ou que o vocabulario sexa máis fino ou menos, o problema é que se fose eu o aludido, iso non pasaba de chiste; pero como é El-Rei, intervén até a Audiencia Nacional. Co atasco que hai na xustiza, para isto si hai présa?

Carlinhos #13 28/Outubro/2008 Carlinhos
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#3 Mais assi nom há rima ;) Bom;
"Galiza nom é importante desque se foi Joham de Gante?" :)
Saúde e República Socialista Galega!
http://gl.wikipedia.org/wiki/J...
http://pt.wikipedia.org/wiki/J...

Xeonllo #14 28/Outubro/2008 Xeonllo
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Respondendo a Micsha, cuxo comentario non se ve porque con tanto voto negativo o poñen como "oculto" (non sei por que se fai iso, por certo), mais pode verse dándolle a "ver":

Chamarlle "crápula" a alguén eu creo que é liberdade de expresión, é, si, manifestar unha opinión. E se se dan razóns pode ser incluso unha verdade obxectiva. Ou unha falsidade, iso depende. Mais eu pregúntome por que non se vai poder dicir iso.

Eu témome que aquí o problema é que non vai dirixido a calquera senón ao rei, e na constitución española hai unha cousa que eu considero totalmente inxusta e contraria á razón, e refírome a onde di que o rei é "inviolable", que non significa que non o poidan violar, non; o que significa é que o rei é "intocable", hai que tratalo con unha reverencia que nestes tempos é ridícula, aínda que tal cousa ocorra tamén noutros países ou estados, chegando ao límite de que, segundo a constitución de dereitas que temos no estado español, o rei non pode nunca ser procesado aínda que cometa delitos. ¿Non hai ningún comentario de alarma polo que dixen, pola verdade que estou a lembrar?

Barcelos #15 28/Outubro/2008 Barcelos
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Equivócasche Micsha. En ambos os casos, sexa unha opinión, para o Xuíz e non lle sancionen, ou un insulto, e sí lle sancionen, hai que facer algo e moito: ¡¡Ir reclamando a república que nos quitaron o 18 de xullo de 1936!!

Esta é a verdadeira memoria histórica que hai que recuperar.

Sobre o de chamarlle puta á miña nai, por exemplo, vindo de tí, é unha opinión, mala, pero aceptable e esperada. Ata diría eu que é unha gabanza.

Insulto é utilizar o diñeiro dos cidadáns para as súas infidelidades privadas.

xoselado #16 28/Outubro/2008 xoselado
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Paréceme moi acertado o comentario anterior: Esta é a verdadeira memoria histórica que hai que recuperar.
Pese a clase política que nos desgoberna, aos medios que nos desinforman, e aos intelectuais vendidos aos seus patronos,aínda queda xente que lle bota agallas á vida.Por que non están máis arriba nos seus partidos estes políticos valentes?

micsha #17 28/Outubro/2008 micsha
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Mi comentario, Barcelos, y como siempre, iba en el sentido de comentar tu comentario. Ni más ni menos. Y, obviamente, no sé si me has contestado, porque, como siempre, desbarras por otros lados que no son de mi interés. Ahora, si se cree Vieiros y se cree Barcelos, que por acusar a alguien por insultar al Rey la población va a salir a la calle a pedir la República, allá cada cual con la cantidad de ridículo que está dispuesto a hacer. El de algunos parece que no tiene límite.

(Por lo demás, ni que decir tiene que lo de tu madre es un ejemplo para mi argumentación, y ni se me pasa por la cabeza hacer ningún tipo de comentario sobre ella)

micsha #18 28/Outubro/2008 micsha
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En cuanto a lo que dice Xeonllo, no. Llamar "crápula" a alguien no solo es un insulto, sino una acusación respecto de un comportamiento determinado. En mi opinión, el Jefe del Estado debe defenderse de ello. Y si el acusador se empecina, que lo demuestre en jucio. Es muy sencillo. Sencillísimo. A no ser, que es lo que pasa aquí, es que porque no nos guste el Rey defendamos que sí puede ser insultado libremente.

Carlinhos #19 28/Outubro/2008 Carlinhos
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18# Mixa, tu também és um indivíduo crapuloso, mais nom estás por riba da lei coma outros crápulas coroados; vai preparar aulas, correger exames ou aprender galego; vadio do caralho!

Hispanico #20 28/Outubro/2008 Hispanico
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#18
A ver ho, ti de que vas micsha! Que o João era um crápula já o sabiamos dos tempos que ti alastravas o teu grosso cú de veludo por Moscovo (há caseque 30 anos, pá!). Além disso, que o botem p'r'abaixo só pode ser bom p'r'à Galiza, que com estes bourbões nom há mais ca Espanha castelã! A ver se nos trazem a república, tal como dizia o Daniel, e aí podemos montar um sistema confederal p'ra mandar a malta corruta esta do caragho p'ra fora! Viva a república! Bravo polo andalús Barroso esse, bem feito! Em castelám: com um par de cojones!

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