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A prensa mundial examina o triunfador nos EUA

Agora "a proba de verdade" para a Obamanía

Medios dixitais de todo o planeta recollen con gran despregamento a nova e analizan o futuro do novo presidente estadounidense. Vídeo no interior.

Redacción - 18:30 05/11/2008



O triunfo de Obama nas eleccións estadounidenses foi este mércores nova de apertura da práctica totalidade dos medios na internet de todo o mundo. A prensa dixital da Lusofonía leva ás súas zonas máis destacadas a información. Así, o brasileiro O Globo titula 'Vitória de Obama é marco, mas disparidades persistem', en referencia ás desigualdades entre negros e brancos nos EUA.

Correio do Brasil salienta: 'Barack Obama vence John McCain e diz que chegou um tempo de mudanças aos EUA', mentres en Portugal a televisión pública, a RTP, titula na mesma liña: 'Barack Obama conquista a Casa Branca e promete mudança'. Tamén insiste nesa mudanza Público: 'Obama encarna mudança em vitória histórica nos EUA'.

Jornal de Notícias actualiza coa reacción de Amnistía Internacional: 'Amnistia dá 100 dias a Obama para "reparar estragos" de Bush'. O brasileiro Último Segundo faise eco da reacción que houbo en Cuba: 'Imprensa oficial cubana questiona "mudança" sob Obama'.

O cubano Granma analiza, ao peche da súa edición, a previsíbel vitoria de Obama no artigo 'Obama a la Casa Blanca'. En Francia, Le Monde, que lle dedica un gran despregue na súa edición dixital, titula, escéptico: 'Sera-t-il à la hauteur de l'engouement suscité par sa campagne ?' (Estará á altura da paixón suscitada?). Libération tamén segue na mesma liña de interpretación despois das primeiras novas: 'Des rues de Chicago à Pennsylvania avenue'.

No Reino Unido, The Guardian céntrase na felicitación presidente saínte: 'George Bush congratulates president-elect Barack Obama'. O correspondente en Nova York de The Independent di que agora chega a proba de verdade: 'Now the real test'.


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Comentarios (9)

aovellaquemira #1 5/Novembro/2008 aovellaquemira
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Grande Vieiros!
Grande esse vídeo tirado da canle 'ao vivo'. Há um mundo de recursos na lusofonia/galeguia.

Parabéns.

companheiradometal #2 5/Novembro/2008 companheiradometal
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o reintegracionismo nom se reduz a questom ortografica, é muito mais do que isso. Significa utilizar a nossa lingua com uma concepçom aberta e ligada com o galeguismo histórico olhando para a lusofonia e nom dentro do nacionalismo espanhol olhando para a hispanofonia. A sociedade galega começa a reparar no verdadeiro valor da nossa lingua

parabéns

-Xavier #3 5/Novembro/2008 -Xavier
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Esta é a nossa língua. Chamem como quiserem, mas ela é a nossa Língua.

Grande Vieiros! Grande Língua a nossa, que não se reduz a uma simples grafia, nem a um simples sotaque.

Saúde e Viva a Nossa Língua!

punkgalaico #4 6/Novembro/2008 punkgalaico
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Xa estamos nela! Dá igual que sexan allos ou cebolas. Os mesmos de sempre a falar do de sempre, que se a lusofonía, que se as grafías, que se o carallo!
Se tan grande é Vieiros, como é que non escribe nesas grafías lisboetas que tanto amades?
Con respecto á nova de portada, a pesar de que siga sendo o capital o gobernador do mundo, alédame contemplar o que fai rabiar aos do KKK, un negro na Casa Branca.

-Xavier #5 6/Novembro/2008 -Xavier
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punkgalaico #4:

1) Nem são alhos nem cebolas. Trata-se da Língua. Algumas pessoas sentem e vivem a Língua, a sua importância e o seu valor, pessoas como as que criticas.

2) Não se falava em grafias porque se falava em Língua. De facto, o vídeo era falado, a Língua era falada, não grafada. Obama falava em Galego, isto é, em Portuguès, com o sotaque brasileiro da jornalista (e não só dela) através das suas palavras, das palavras da NOSSA LÍNGUA COMUM. A nossa Língua tem VALOR desde ela mesma, não desde o Espanhol.

3) Precisamente o que se dizia era que não é uma questão ortográfica, pois o reintegracionismo não é uma simples ortografia, mas uma visão aberta da Língua, não dependente de um nome ou de umas variantes, mas da UNIDADE LINGUÍSTICA, não da grafia.

4) Vieiros pode ser grande e usar uma grafia isolacionista, porque a LÍNGUA segue a ser a mesma. Há quem vê apenas a aparência da Língua, a grafia, e não o fundamental, que é a unidade linguística. Há um poder político (linguístico-político, mas, verdadeiramente, apenas político) que dita uma norma para o ensino, os poderes públicos, etc. Essa é a norma que usa Vieiros. Que alguém a use não quer dizer que a defenda. Eu tampouco diria que Vieiros defenda uma opção reintegracionista. Simplesmente não entra em debates desse tipo e utiliza os recursos ao seu dispor. Essa é uma caraterística bem galega: não posicionar-se nas palavras, mas nos factos. Todos e todas deveríamos aprender um pouco a fazer isso.

5) A grafia internacional da nossa Língua não é "lisboeta". Se fosse assim, se calhar no Porto, em Guimarães ou em Viana do Castelo, ou no Algarve, (etc.) teriam alguma dificuldade em aceitá-la como sua (se fosse alheia a esses lugares). A grafia do Português é basicamente comum a toda a Galeguia ou Lusofonia e não específica de Lisboa ou de um território. Além disso, é que a ortografia não é a Língua (haverá que repeti-lo mais vezes?), e, portanto, as pessoas falantes sentem a Língua, são conscientes dela, e usam a norma. Ninguém fala "norma".

6) A respeito da notícia da vitória de Obama nos EUA, alegra-me comprovar que passados alguns anos desde a morte de Martin Luther King Jr. e do seu famoso discurso "Eu tenho um sonho" em março de 1963 frente ao Memorial Lincoln em Washington, os EUA têm um presidente negro. Soa um pouco estranho dizê-lo assim, mas isto que aconteceu pode ser muito comovedor para algumas pessoas, nomeadamente para algumas pessoas que pertencem a minorias sociais, etc., polo que tem de restituição do valor humano e da igualdade, mas pode significar bem pouco na verdade porque o racismo segue vigente em toda a parte, aliás, um racismo de classe como sempre houve, além de existir sexismo, classismo e uma grande carência de sentido ético nas relações políticas, económicas e humanas em geral.

A Língua não está ausente desta realidade.

A Língua, sempre a Língua, ainda que haja quem teime em atar-se a uma grafia que, aliás, não é a nossa.

Saúde e reflexão.

Carlinhos #6 6/Novembro/2008 Carlinhos
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Creio que o "black power" presidencial será como o "galician power" de José Blanco ou das ministras ghalheguinhas.
Já está anunciada a manutençom do bloqueio a Cuba (ganhou na Florida) este Obama nom semelha o Michael Jackson mas tamém nom é o Malcom X, nem muito menos um black panther, "ni chicha ni limoná", Tio Tom de quem lhe financiou a campanha. o "Dálmata" atenderá à voz do seu amo o Capital, aplicando medidas social-democratas, que na sociedade do "In God we trust" impresso no US dólar, numha sociedade ainda mais idotizada polos média do que o Estado espanhol e que confunde caridade com direitos; ham-se semelhar tanto a políticas verdadeiramente socializantes como o PSOE de Felipe González ao de Pablo Iglésias. Mais do mesmo, a "proge" Califórnia, onde o Obama ganhou, vém de proibir os matrimónios homosexuais e deixa no limbo jurídico as parelhas que formalizaram a sua uniom.
Enfim, imperialismo e militarismo OTAN do falcons do Pentágono com rosto amável num império que se manterá se a América Latina nom continua a acordar e lhes impom a realidade; cuido que o único cámbio nos EUA tem que chegar do Sur e nom mediante um sistema eleitoral que o próprio Carter qualificaria de farsa se se der em qualquer outra parte do planeta, senom, até onde chega o meu entendemento, pola imposiçom da realidade do mundo no que vivemos isso só será possível cumha América Latina socialista e integrada que deveria estar apoiada sem fisuras pol@s verdadeir@s democratas do planeta todo e denunciadas as diárias agresons mediáticas a Cuba, Venezuela, Bolívia, Equador...

papuxa70 #7 6/Novembro/2008 papuxa70
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Cambiarás de muinheiro,pero nom de ladróm¡¡

companheiradometal #8 6/Novembro/2008 companheiradometal
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Embora Obama se torne o novo representante do Império, eu estou certa como Elijah Muhammad que o homem branco é o diabo. E que, como dizia Castelao, a nossa língua está viva e floresce em Portugal, falam-na e cultivam-na mais de sesenta milhons de seres que hoje por hoje ainda vivem fora do imperialismo hespanhol.

http://br.youtube.com/watch?v=...

BonKarallan #9 7/Novembro/2008 BonKarallan
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Todo moi bonito e tenro e agora que?

Que vai pasar con Iraq, con Afganistán, con Guántanamo, cos executivos que nos meteron na crise financeira, coas corrupcións de Bush?

No teu país tamén andan as cousas fodidas, coa pobreza, o desemprego, o racismo, etc.

Véxoche o futuro moi negro na Casa Branca. Serás un branco perfecto.

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