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NOS XULGADOS DE OURENSE

Xulgan dous mozos da Porqueira por queimar unha bandeira española á porta da igrexa

Os procesados, que non teñen vinculación con ningunha organización política, enfróntanse a unha posíbel multa de 1.620 euros.

Redacción - 13:20 10/11/2008

Ismael R. R. e Alberto O. M. comparecerán o vindeiro día 18 ante a maxistrada do Penal número dous de Ourense para prestar declaración por un suposto delito de ultraxe á bandeira española. Os feitos remóntanse até hai case un ano, cando os denunciados supostamente roubaron o estandarte español do alto da casa consistorial da Porqueira. Despois prendéronlle lume e deixárona ás portas da igrexa local, para que puidese ser apreciada polos fregueses que se ían achegando á misa, xa que era xornada de domingo. Así, polo menos, o considera o fiscal, quen solicita unha condena de nove meses de multa, a razón de pago diario de seis euros. De estimarse a petición, os mozos terán que pagar unha cantidade total de 1.620 euros.

Foi a Garda Civil quen levantou o atestado aquel día e quen sumou as declaracións de diversas testemuñas que inculparon os hoxe denunciados. Con todo, ambos os dous negan a súa implicación nos feitos, polo que haberá que agardar á sentenza da maxistrada. Os mozos non teñen ningunha filiación política e hai quen pensa que foi unha trasnada.


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Comentarios (26)

Atlantico #1 10/Novembro/2008 Atlantico
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Haberia que facer unha colecta, para que lles saía gratis.

zulu #2 10/Novembro/2008 zulu
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O feito de que na nova se mencione a non afiliación é predispoñer a relacionar determinadas ideoloxías coa queima de bandeiras.
Se tivesen filiación política ou ideolóxica estarían incomunicados na cadea, non si?

castelom #3 10/Novembro/2008 castelom
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Um bom motivo para A Porqueira saír nas notícias. Que nom se pensem que o ódio a Espanha só surge nas mentes de jovens de cidade. Totalmente de acordo com o comentário nº2.
Lume a Espanha também na Porqueira!

Hermerico #4 10/Novembro/2008 Hermerico
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Se militassem nalgures já os levariam ao TOP

DeusExMachina #5 10/Novembro/2008 DeusExMachina
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Pois pareceme ben, non me gusta a bandeira de Espanha, pero si alguen queimase unah bandeira galega tamen querria que se lles condenase.

Perdon polos tiles, pero escribo dende un pc en Italia e ainda non domino estos teclados

Estemizo #6 10/Novembro/2008 Estemizo
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Seguo sen entender moi ben a que ven queimar tanto trapo,semella unha moda, que coma todo ben de fora.Con isto non digo que esteña mal, pero non entendo en que beneficia a sociedade

Menan #7 10/Novembro/2008 Menan
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Iso seguro que non foi mais ca unha trasnada de borracheira. Danlle moito rebumbio no aspecto político, pero seguro ca sua intención era mais putear a algún veciño rancio cando ía a misa, ca facer unha queima de bandeira con toda a implicación política.

Carlinhos #8 10/Novembro/2008 Carlinhos
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Essa bandeira bicolor nom é "espanhola"; é Monárquico-Nacional-Católica.
A II República Espanhola nom se "luziu" com Galiza, mais a sua bandeira, a tricolor, mereceria o mesmo respeito cà nossa.

maleiro #9 10/Novembro/2008 maleiro
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E coma sempre, a "Guardia civil" (militar, diría eu), levantando os atestados e defendendo ó pobo.
Puag! sempre atopan algunha testemuña para lles lamber o cú. Ises lambecús habería que correlos a ostias fora da Porqueira.
Concordo co comentario de Atlantico.

rockandroll #10 10/Novembro/2008 rockandroll
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Trastada de borracheira, ou acçom directa com motivaçons políticas...quê mais tem? A questom é que é outro caso de repressom absurda...

Hispanico #11 10/Novembro/2008 Hispanico
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home, isso de bandeira espanhola, nom sei eu ... mais bem foi a borbónica nacional católica que queimaram ... à porta da igreja ... seica erraram no que tinham de queimar ...

RedeInformar #12 11/Novembro/2008 RedeInformar
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É bom saber as nossas origens: O que vale um trapo comparado com o que os espanhóis estão fazendo com a nossa cultura e idioma nativo?

HISTÓRIA do IDIOMA GALEGO/PORTUGUÊS

O galego/português é idioma oficial em 10 países. Nos oito países que integram a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP):
Angola (África), Brasil (América do Sul), Cabo Verde (África), Guiné-Bissau (África), Moçambique (África), Portugal (Europa), São Tomé e Príncipe (África), e Timor- Leste (Ásia). É também língua oficial em Macau (China) e Guiné Equatorial.

Também fala-se galego/português nas seguintes regiões:
Galiza (Europa), Goa, Diu, Damão, Dadrá e Nagar-Aveli (Índia, Ásia);, Málaca (Malásia, Ásia) e Zanzibar (Tanzânia, África).
O galego/português é idioma oficial nas principais organizações internacionais como na União Europeia, no Mercosul e na União Africana.
Trata-se da quinta língua mais falada do mundo, por cerca de 250 milhões de pessoas, em quatro continentes.
Se Portugal é o portão de entrada da Lusofonia no Velho Continente - a Europa -, o Brasil é o gigante da Grande Família.

Originária do tronco indoeuropeu e derivada do latim vulgar, a língua galega/portuguesa desenvolveu-se a partir do lusitano, idioma antigo (século VI ( A. C.) falado então nos territórios da actual Estremadura espanhola, Portugal, Galiza, Astúrias e talvez também por vetões, ( http://pt.wikipedia.org/wiki/L... ) As inscrições mais famosas e antigas em lusitano são feitas em pedra no Cabeço de Fráguas e Lamas de Moledo em Portugal e Arroyo de la Luz em Espanha. Das mais de vinte tribos de toda a Costa Atlântica da Peninsula Ibérica até às Astúrias os lusitanos eram uma tribo de origem celta maioritária por volta dos séculos VI (A.C.). Embora normalmente só se identifique os portugueses com descendência dos lusitanos, os galegos, asturianos e os da estremadura espanhola também a têem. A partir do fim do século III antes de Cristo, quando o Império Romano conquistou a região e instituiu o latim como língua oficial o lusitano teve grandes transformações vindo a criar o que então se chamou galego. A palavra galego deriva de Gall nome com que se autodenominavam todas as tribos celtas quer os lusitanos que chegaram primeiro à peninsula pelo sul como as que chegaram depois pelo norte e se fixaram para sul até ao rio Tejo em Portugal (nos territórios que mais tarde foram os reinos Suevos e o da Galiza).
Gall era o nome do conjunto de todas as tribos de origem celta e galegos significava homens celtas. Galego também significava idioma dos celtas da Península Ibérica resultante da romanização do lusitano com a mistura com o latin. O galego-português considera-se formado a partir do século IX, foi comum à Galiza e a Portugal, teve setecentos anos de existência oficial como língua culta e plena nos dois países. Até que em finais do século XVI até finais do século XVIII os castelhanos substituíram a administração galega por castelhanos e proibiram o idioma galego na Galiza e o extinguiram oficialmente. Em função desta extinsão política o idioma começou a ser conhecido internacionalmente só como português

Um dos primeiros documentos escritos em galego/português é de 1198, um poema, conhecido como Cantiga da Ribeirinha, do trovador Paio Soares de Taveirós.

Em 1385, a dinastia Avis oficializa a língua portuguesa, que entre os séculos XV e XVIII é espalhada na África, Ásia e América ganhando uma dimensão mundial, sendo mesmo a mais utilizada nas trocas comerciais no comércio internacional.
Na Galiza pelo contrário entre finais do século XVI e até ao fim do século XVIII o idioma galego foi extinto e proibido e a administração galega foi substituída por castelhanos. Situação colonial mantida até hoje. Recentemente a situação da Galiza é de neocolonialismo sendo uma nação transformada em região autónoma controlada pelo Estado Central sem que o direito à autodeterminação seja exercido. Por isso o Galego/português se fala e se escreve muito mal na Galiza. O Estado Central não permite a transmissão das televisões portuguesas na Galiza e os canais de língua castelhana vão colonizando linguísticamente cada vez mais os galegos. A televisão galega fala uma mistura de galego com castelhano conhecido popularmente como castrapo o que contribui para a destruição do galego e dividir a população da Galiza. O próprio nome da televisão galega é galícia (castelhano) em vez do nome nativo em galego Galiza. Nos territórios a ocidente da Galiza está extinto e substituído pelo castelhano. O Estado ocupante impôs a norma da “concórdia” onde a palavra castelhana Galícia teve de ser reconhecida como galega.
A colonização e a opressão isolasionista e divisionista da Galiza protegida e apoiada pelo Estado Central tem vindo a dividir cada vez mais a população, por um lado os galegos que sentem as suas origens e por outro os galícios que se identificam com o ocupante colonizador.
Na literatura é um crime cultural a inclusão da literatura galega na categoria de Escritores da Espanha. A razão é obvia: a Galiza não é Espanha.
Ora bem, como nem todos os escritores nados na Galiza usam a língua galego/portuguesa para escrever os seus textos devem ser classificados de duas formas diferentes:
- Escritores da Galícia - Ou Galícios- onde deverão ser incluídos todos aqueles escritores que empregam a língua castelhana ou a actual normativa hispanófona (o crioulo portunhol ou castrapo) para a escrita do Galego/português da Galiza. Esta categoria deve ser uma subcategoria de "Escritores da Espanha", e aí deve estar o senhor Camilo José Cela.
- Escritores da Galiza – Ou Galegos- onde deverão ser incluídos todos aqueles escritores galegos anteriores à criação da "Comunidad Autónoma" e todos os actuais que empregam a língua Galego/ portuguesa na sua variante galega para representar as falas de todos os territórios galegos, de dentro e fora da "Comunidad Autónoma". Aí devem estar os Gil, Herrero, Cáccamo, mas também Guerra da Cal e Carvalho Calero, e também Castelao, Bouça Brei, Curros e Rosalia, e também Meendinho, Martim Codax, Soares de Taveirós e Pero Meogo.
A ocupação e a feroz opressão colonizadora de Espanha trás prejuizos irreparáveis para a nação Galega. Disso nenhum galego duvida. A realidade não se deve esconder.
É bom que na vida como na literatura se fale verdade e se constacte o facto de a população estar divida entre galegos e galícios. Tem de se saber desta realidade imposta pelo colonizador castelhano.
O idioma Galego/português está sofrendo um processo criminoso de crioulização. Veja-se que devido à colonização linguística já nem os brasileiros referem o galego como origem da língua que hoje é falada por mais de 250 milhões de pessoas em todo o mundo.
Origem da língua portuguesa
http://br.youtube...

FalaGalega #13 11/Novembro/2008 FalaGalega
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#12 hai 35 minutos RedeInformar
Parabéns por relembrar as nosas orixes. Galego quere dicir Celta.
Queimar a bandeira do ocupante merece un premio.

Carvalho Calero. Autodeterminaçom, língua, esperança
http://br.youtube...

Hino do Antigo Reino da Galiza (incluia a actual Galiza e zonas galegofalantes, Norte e Centro de Portugal)
http://br.youtube...

chairego #14 11/Novembro/2008 chairego
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...claro, é que se non estás nin en AGIR,AMI, NOS-7UP ou os boy-scouts, etc...e fas unha cousa destas, son trasnadas...

Hispanico #15 11/Novembro/2008 Hispanico
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#12 #13
Parabéns polo grande suceso do seu experimento. Com o segredo da clonaçom no nosso poder venceremos!

Menan #16 11/Novembro/2008 Menan
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Xa estou ata o carallo de tanto lusismo. Escoitade o que se fala nas aldeas. Cagondiós!

Hispanico #17 11/Novembro/2008 Hispanico
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#16
Pois eu "ata" nunca ouvim nas aldeias ...

BonKarallan #18 11/Novembro/2008 BonKarallan
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E logo non está moito máis bonita así a foto da igrexa co seu cemiterio e as súas tumbiñas?

Que facía a bandeira española afeando a unha igrexa parroquial do noso agro?
Seica Deus é español? Non pode ser. O seu fillo é galego(galileo) de Nazaret(Portugal)ou Belem(Portugal).

É como a bandeira de gaviotero afeando os chats e comentarios de Vieiros.

Home, non fai falta queimala. Con deixala que a leve o vento xa chega.

FalaGalega #19 12/Novembro/2008 FalaGalega
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Xulgan dous mozos da Porqueira por queimar unha bandeira española á porta da igrexa.
Mozos!..!..
Sr Baltazar todo o que os patriotas galegos poidan facer ou tentado facer é ridículo en relación ao crime da colonización española da galiza.
Sr. Baltazar os crimes contra a Galiza feitos polo estado español comezaran o século XVI cando prohibiran o idioma galego na Galiza e trocaran os galegos por casteláns na administración pública.
Estes crimes non caducaram porque teñen sido continuados até hoxe.
Seguín-se tres séculos de represión intensa sobre os galegos, non podían falar era imposto que "hablasem".O genucídio étnico continuou.
As valas de cadáveres comúns aínda non levantadas? As multas por falar galego? As vivas obrigadas nas rúas da Galiza a punta de fusil á bandeira española, obrigando a gritar "arriba españa"? -Do asasinato de 190.000 galegos polas súas ideas políticas entre 1936 e 1967?
Aos nosos pais fusilados por defenderen a lingua da Galiza, non foi? ... que parvoice querer falar a súa lingua, non é? que parvoice defender a cultura....
Ah, xa non me lembraba, das rapazas que raparam-lle a cabeza por agochar republicanos...Das nais que violaran diante de todos , por seren "galleguistas"
A identidade que até hoxe é negada aos galegos . Aínda hai pouco tempo Rosa Díez dixo para toda a espanha ouvir: "Non nos interesa a identidade dos galegos"
Hoxe a RAG está a inventar un crioulo da castelán co galego para roubar o noso idioma nativo. Os crimes contra os galegos practicados polo estado español que comezaran o século XVI aínda non caducaram porque teñen sido continuados ese é un principio básico de Dereito que todos os señores xuíces saben e o señor Xusticeiro Baltazar sabe mellor que ninguén.
Coloque unha acción contra o estado español mostre que é homen e está do lado da xustiza e non do Poder.....

galegasenprexuizos #20 12/Novembro/2008 galegasenprexuizos
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A nós non nos gustaría que nos queimasen a nosa bandeira(A Galega), ¿por que queimarlles a súa?

LANS #21 12/Novembro/2008 LANS
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Que caralho!, o que é uma vergonha e que seja delito queimar uma merda de trapo. Eu são galego e a minha bandeira é a galega, respeito-a, mas também não são dos que a leva ate a cagar. Pergunto-me se por exemplo algum*pailán queima uma estraleira ou mesmo a bandeira oficial da comunidade autónoma, séria delito?. Eu passaria, mas sim se converte em delito queimar uma bandeira, queimar a foto do rei, pintar um mural, destruir símbolos fascistas, etc... o que nos queda aos que não estamos a favor do sistema é ficar na casa vendo Gran Hermano.
Que vida mas triste, nem protestar se pode já.

PoboCelta #22 13/Novembro/2008 PoboCelta
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#12 hai 1 dia RedeInformar

Tes razón o idioma galego foi formado pola fusión do lusitano antigo e do latin.
Desa fusión naceu o galego-portugués.
A palabra galego significa celta.
As tribos celtas chamábanse Gall.
Porén andan por aí uns analfabetos que descoñecen as súas orixes e aínda fan contra información.
A lingua galega ten orixe no tronco indoeuropeu e derivada do latim vulgar, a lingua galega/portuguesa desenvolveuse a partir do lusitano, idioma antigo (século VI ( A. C.) falado entón nos territorios da actual Estremadura española, Portugal, Galiza, Asturias e talvez tamén por vetões. As inscricións máis famosas e antigas en *lusitano son feitas en pedra no Cabeço de Fráguas e Lamas de Moledo en Portugal e Arroyo de la Luz en España. Das máis de vinte tribos de toda a Costa Atlântica da Peninsula Ibérica até á Asturias os lusitanos eran unha tribo de orixe celta maioritaria ao redor dos séculos VI (A.C.). Aínda que normalmente só se identifique os portugueses como fillos dos lusitanos, os galegos, asturianos e os da extremadura española tamén son desa orixe. http://pt.wikipedia.org/wiki/L...
A partir do fin do século III antes de Cristo, cando o Imperio Romano conquistou a rexión e instituíu o latim como lingua oficial o lusitano tivo grandes transformacións vindo a crear o que entón se chamou galego. A palabra galego deriva de Gall nome con que se autodenominavam todas as tribos celtas quere os lusitanos que chegaran primeiro á peninsula polo sur como as que chegaran despois polo norte e se fixaran para sur até ao río Texo en Portugal (nos territorios que máis tarde foron os reinos Suevos e o da Galicia).
Gall era o nome do conxunto de todas as tribos de orixe celta e galegos significaba homes celtas. Galego tamén significaba idioma dos celtas da Península Ibérica resultante da romanização do lusitano coa mestura co latin. O galego-portugués considérase formado a partir do século IX, foi común á Galicia e a Portugal, tivo setecentos anos de existencia oficial como lingua culta e plena nos dous países. Até que en finais do século XVI até finais do século XVIII os casteláns substituíron a administración galega por casteláns e prohibiran o idioma galego na Galicia e o extinguiran oficialmente. En función desta extinsão política o idioma comezou a ser coñecido internacionalmente só como portugués.

PoboCelta #23 13/Novembro/2008 PoboCelta
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Esta de a bandeira do ocupante ser rexeitada polos mozos é lexítimo. A culpa de todo isto é do ocupante e das autoridades que o representan.
Coa Galiza libre do colonialismo non había estes casos.

Verdade #24 13/Novembro/2008 Verdade
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Porcaria é a colonización da Galiza.

FalaGalega #25 13/Novembro/2008 FalaGalega
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A bandeira española na Galiza é un simple trapo provocador.
É ilegal a soberanía española na Galiza pois non foi exercido o dereito á autodeterminación. Os espanholistas poden dicir que se está sempre a dicir a mesma cousa. Pois é mais a España tamén está sempre todos os días hai séculos a colonizar a Galiza contra a vontade dos galegos.

lostrego #26 13/Novembro/2008 lostrego
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Ai xente que non ten senso do humor... as mesturas líquidas nocturnas ás veces son malas conselleiras

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