Fontes de Ceivar confirmaron a súa saída da cadea na tarde deste luns.
Giana Gomes nun momento do xuízo celebrado a semana pasada
Giana Gomes, que permanecía na cadea dende xullo de 2005 acusada de colocar unha bomba nunha sucursal de Caixa Galicia en Santiago, quedou en liberdade na tarde deste luns.
O colectivo Ceivar confirmou a liberación da independentista pontevedresa aínda que recoñeceu que até o de agora os datos son moi confusos. A liberdade podería deberse a que a Audiencia Nacional tivese decidido absolvela de todos os cargos que se lle imputaban ou a que a condea que se lle tivese imposto é menor có tempo de estancia na cadea. Familiares e membros de Ceivar prepáranse para acudir esta mesma noite a Madrid, até o presidio de Soto del Real, a recoller a Giana Gomes.
Hai que lembrar que a Fiscalía solicitaba nun principio unha pena de 19 anos de cadea polo atentado contra a entidade financeira e 21 anos para Ugio Caamaño. Este último sempre exculpou dos feitos a Giana Gomes.
Ónde andan os comentaristas filorrepresores?
E cómo a AN non vai condenala con tantas (!!) probas e estando desde o primeiro día demostrada a sua culpabilidade en todas partes, medios, instancias do €$tado?
A única explicación que atopo é que a OBAMANÍA REINANTE urbi et orbi chegara ó €$tado €$pañol na santa forma tan esquiva ata hoxe da xustiza con maúsculas!! Imposíble.
Tres anos de carcere pola cara. Como o coruñes que secuestraron seis meses porque era irman dun do Grapo.
O fodido é que ninguém lhe pode devolver agora o tempo que lhe roubarom...
O fodido é que estés ti na rúa,amiguito de Franco e Don Manué
Outro secuestro "legal" impune, de momento
La sociedad vos es muy limitada. También puede ser anónima. Yo, que vengo aquí demostrarvos que soy más listo y más buena persona que vosotros por ser de las derechas y hablar siempre en castellano, también soy limitado y anónimo. Más limitado que anónimo. Si no fuera limitado, no sería de las derechas. Si no fuera anónimo, ninguién sabería quien soy...
Sen tempo non era carallo, este rapaza estivo secuestrada 3 anos por facer nada, isto é de coña, metialle unha denuncia ó estado que caga pola pata abaixo. Benvida Xiana.
Ugio santi xose liberdade.
Viva Galiza ceive e socialista!!!
Vaia mania que têm alguns em identificarem liberdade com capitalismo. Pensarão, como Goebbels que, a força de se repetirem, criarão verdade. Enfim...
Pero imos ver Gaviotero (despois non queres que che censuren)
Ainda que non se sabe en concreto qué acordou o Tribunal, o certo é que foi posta en liberdade polo que dificilmente se lle vai acusar de autora, coautora, cooperadora necesaria, ou calquera grado de participación na comisión do delito. Non está polo tanto vinculada á colocación da bomba.
A qué ven o de tipeja?, por qué a sociedade estivo ben sen Xiana se non cometeu ningún delito?.
EXPLICATE, POR FAVOR
#12: Ao melhor é porque afinal quem vai ser um fascista baixo penoso disfarce liberal é o tipinho este, que perde o tempo vomitando propaganda espanholista e capitalista.
"Todos al trullo" diz o fulano... Já che gostaria! É que com Franco vivíeis melhor, os da tua estirpe digo, quando as cousas ficavam bem claras e quem pensava coma nós, com efeito que ia ao cárcere, ao exílio ou à morte.
E pensar que só tiverem de passar uns quantos anos para que esta gentalha perdesse a pouca vergonha que, na realidade, nunca chegou a ter...
#12 Nom queremos que se explique... Plese, don't feed the troll !!!
Giana, espero que logo sejas bem-vinda à Galiza!
cando saiba por que a liberaron direi algo, pero soio digo que s ea liberaron por condea menor senitreime a desgusto, porque non entendo que pidades a liberdade dunha persoa só por serdes da mesma ideoloxía. Porque eu da ideoloxía das bombas non che son
Polo que eu sei,colléronos aos dous cando intentaban colocar unha bomba nun caixeiro...que me podía ter matado a min,que o frecuento,ou a moitos outros
Coidadiño con falar de secuestros legais e demais andrómenas.Espero que a rapaza aprendera a lección e se deixe de caralladas,que é moi nova e aínda pode facer algo útil na vida
A min non me dan mágoa nengunha os tres anos de cadea.A morte dun inocente dura máis tempo
parabéns Giana!!
fodam-se os trolls do carallo!!!!!! (as mentes benpensantes tamén...)
HISTÓRIA do IDIOMA GALEGO/PORTUGUÊS
O galego/português é idioma oficial em 10 países. Nos oito países que integram a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP):
Angola (África), Brasil (América do Sul), Cabo Verde (África), Guiné-Bissau (África), Moçambique (África), Portugal (Europa), São Tomé e Príncipe (África), e Timor- Leste (Ásia). É também língua oficial em Macau (China) e Guiné Equatorial.
Também fala-se galego/português nas seguintes regiões:
Galiza (Europa), Goa, Diu, Damão, Dadrá e Nagar-Aveli (Índia, Ásia);, Málaca (Malásia, Ásia) e Zanzibar (Tanzânia, África).
O galego/português é idioma oficial nas principais organizações internacionais como na União Europeia, no Mercosul e na União Africana.
Trata-se da quinta língua mais falada do mundo, por cerca de 250 milhões de pessoas, em quatro continentes.
Se Portugal é o portão de entrada da Lusofonia no Velho Continente - a Europa -, o Brasil é o gigante da Grande Família.
Originária do tronco indoeuropeu e derivada do latim vulgar, a língua galega/portuguesa desenvolveu-se a partir do lusitano, idioma antigo (século VI ( A. C.) falado então nos territórios da actual Estremadura espanhola, Portugal, Galiza, Astúrias e talvez também por vetões, ( http://pt.wikipedia.org/wiki/L... ) As inscrições mais famosas e antigas em lusitano são feitas em pedra no Cabeço de Fráguas e Lamas de Moledo em Portugal e Arroyo de la Luz em Espanha. Das mais de vinte tribos de toda a Costa Atlântica da Peninsula Ibérica até às Astúrias os lusitanos eram uma tribo de origem celta maioritária por volta dos séculos VI (A.C.). Embora normalmente só se identifique os portugueses com descendência dos lusitanos, os galegos, asturianos e os da estremadura espanhola também a têem. A partir do fim do século III antes de Cristo, quando o Império Romano conquistou a região e instituiu o latim como língua oficial o lusitano teve grandes transformações vindo a criar o que então se chamou galego. A palavra galego deriva de Gall nome com que se autodenominavam todas as tribos celtas quer os lusitanos que chegaram primeiro à peninsula pelo sul como as que chegaram depois pelo norte e se fixaram para sul até ao rio Tejo em Portugal (nos territórios que mais tarde foram os reinos Suevos e o da Galiza).
Gall era o nome do conjunto de todas as tribos de origem celta e galegos significava homens celtas. Galego também significava idioma dos celtas da Península Ibérica resultante da romanização do lusitano com a mistura com o latin. O galego-português considera-se formado a partir do século IX, foi comum à Galiza e a Portugal, teve setecentos anos de existência oficial como língua culta e plena nos dois países. Até que em finais do século XVI até finais do século XVIII os castelhanos substituíram a administração galega por castelhanos e proibiram o idioma galego na Galiza e o extinguiram oficialmente. Em função desta extinsão política o idioma começou a ser conhecido internacionalmente só como português
Um dos primeiros documentos escritos em galego/português é de 1198, um poema, conhecido como Cantiga da Ribeirinha, do trovador Paio Soares de Taveirós.
Em 1385, a dinastia Avis oficializa a língua portuguesa, que entre os séculos XV e XVIII é espalhada na África, Ásia e América ganhando uma dimensão mundial, sendo mesmo a mais utilizada nas trocas comerciais no comércio internacional.
Na Galiza pelo contrário entre finais do século XVI e até ao fim do século XVIII o idioma galego foi extinto e proibido e a administração galega foi substituída por castelhanos. Situação colonial mantida até hoje. Recentemente a situação da Galiza é de neocolonialismo sendo uma nação transformada em região autónoma controlada pelo Estado Central sem que o direito à autodeterminação seja exercido. Por isso o Galego/português se fala e se escreve muito mal na Galiza. O Estado Central não permite a transmissão das televisões portuguesas na Galiza e os canais de língua castelhana vão colonizando linguísticamente cada vez mais os galegos. A televisão galega fala uma mistura de galego com castelhano conhecido popularmente como castrapo o que contribui para a destruição do galego e dividir a população da Galiza. O próprio nome da televisão galega é galícia (castelhano) em vez do nome nativo em galego Galiza. Nos territórios a ocidente da Galiza está extinto e substituído pelo castelhano. O Estado ocupante impôs a norma da “concórdia” onde a palavra castelhana Galícia teve de ser reconhecida como galega.
A colonização e a opressão isolasionista e divisionista da Galiza protegida e apoiada pelo Estado Central tem vindo a dividir cada vez mais a população, por um lado os galegos que sentem as suas origens e por outro os galícios que se identificam com o ocupante colonizador.
Na literatura é um crime cultural a inclusão da literatura galega na categoria de Escritores da Espanha. A razão é obvia: a Galiza não é Espanha.
Ora bem, como nem todos os escritores nados na Galiza usam a língua galego/portuguesa para escrever os seus textos devem ser classificados de duas formas diferentes:
- Escritores da Galícia - Ou Galícios- onde deverão ser incluídos todos aqueles escritores que empregam a língua castelhana ou a actual normativa hispanófona (o crioulo portunhol ou castrapo) para a escrita do Galego/português da Galiza. Esta categoria deve ser uma subcategoria de "Escritores da Espanha", e aí deve estar o senhor Camilo José Cela.
- Escritores da Galiza – Ou Galegos- onde deverão ser incluídos todos aqueles escritores galegos anteriores à criação da "Comunidad Autónoma" e todos os actuais que empregam a língua Galego/ portuguesa na sua variante galega para representar as falas de todos os territórios galegos, de dentro e fora da "Comunidad Autónoma". Aí devem estar os Gil, Herrero, Cáccamo, mas também Guerra da Cal e Carvalho Calero, e também Castelao, Bouça Brei, Curros e Rosalia, e também Meendinho, Martim Codax, Soares de Taveirós e Pero Meogo.
A ocupação e a feroz opressão colonizadora de Espanha trás prejuizos irreparáveis para a nação Galega. Disso nenhum galego duvida. A realidade não se deve esconder.
É bom que na vida como na literatura se fale verdade e se constacte o facto de a população estar divida entre galegos e galícios. Tem de se saber desta realidade imposta pelo colonizador castelhano.
O idioma Galego/português está sofrendo um processo criminoso de crioulização. Veja-se que devido à colonização linguística já nem os brasileiros referem o galego como origem da língua que hoje é falada por mais de 250 milhões de pessoas em todo o mundo.
Origem da língua portuguesa
http://br.youtube...
Esta prisão simboliza só mais um grande crime da repressão colonial.
A Galiza tem de exercer o seu direito à autodeterminação para depois ter uma constituição legal.
Vivemos em ilegalidade face ao direito internacional.
Alegro-me de que a rapariga possa ir pra sua casa.
Ya vos estoy harto de que me deais votos negativos para CENSURARME. Si no vos gusta lo que escribo, vos aguantáis, bloqueros de la bosta, que no sois más que la escoria que está llevando a ESPAÑIA a la ruina económica, coñio.
......relacionado co que comentaba antes: " ... en homenaxe a esta "heroína e mártir" da ocupación colonialista"..... FLIPO
......relacionado co que comentaba antes: " ... en homenaxe a esta "heroína e mártir" da ocupación colonialista"..... FLIPO
Os patriótas sofren moito na Galiza con esta colonización deshumana.
É unha humilhacion os galegos teren que ser xulgados en tribunais coa bandeira española.
Galiza é dos galegos fóra co ocupante colonizador español. Liberdade para todos os Patriótas.
Os xuíces na Galiza debían ter vergoña de serviren o Estado español e aínda por riba xulgar quen defende a Galiza.
Os xuíces saben que fronte ao dereito internacional a ocupación da Galiza é ilegal. Somos unha nación e non exercemos aínda o noso deito á autodeterminación conforme está consagrado na carta das Nacións Unidas.
A aplicación da lei española e da súa constitución na Galiza é ilegal.
Por iso a represión policial e da xustiza é crime étnico contra a humanidade. Os xuíces saben o ben. Onde está o Xusticeiro Garzon? É a hora de punir o Estado ocupante da Galiza. Ou o señor Garzon só sabe perseguir os derrotados?
Agora é que tiña a oportunidade mostrar a todos que é home.
Sr. Baltazar os crimes contra a Galiza feitos polo estado español comezaran o século XVI cando prohibiran o idioma galego na Galiza e trocaran os galegos por casteláns na administración pública.
Estes crimes non caducaram porque teñen sido continuados até hoxe.
Seguín-se tres séculos de represión intensa sobre os galegos, non podían falar era imposto que "hablasem".O genucídio étnico continuou.
As valas de cadáveres comúns aínda non levantadas? As multas por falar galego? As vivas obrigadas nas rúas da Galiza a punta de fusil á bandeira española, obrigando a gritar "arriba españa"? -Do asasinato de 190.000 galegos polas súas ideas políticas entre 1936 e 1967?
Aos nosos pais fusilados por defenderen a lingua da Galiza, non foi? ... que parvoice querer falar a súa lingua, non é? que parvoice defender a cultura....
Ah, xa non me lembraba, das rapazas que raparam-lle a cabeza por agochar republicanos...Das nais que violaran diante de todos , por seren "galleguistas"
A identidade que até hoxe é negada aos galegos . Aínda hai pouco tempo Rosa Díez dixo para toda a espanha ouvir: "Non nos interesa a identidade dos galegos"
Hoxe a RAG está a inventar un crioulo da castelán co galego para roubar o noso idioma nativo. Os crimes contra os galegos practicados polo estado español que comezaran o século XVI aínda non caducaram porque teñen sido continuados ese é un principio básico de Dereito que todos os señores xuíces saben e o señor Xusticeiro Baltazar sabe mellor que ninguén.
Coloque unha acción contra o estado español mostre que é homen e está do lado da xustiza e non do Poder.....
manha xoves as 6 e meia da tarde no LOCAL SOCIAL A REVIRA EM PONTE VEDRA ( ARZOBISPO MALVAR), HABERA UM ACTO DE RECIVIMENTO A XIANA!!
#18 hai 1 dia RedeInformar
A verdade está contigo. Andan por aquí moitos espanholistas de forma organizada a valorar negativamente os comentarios con máis valor nacionalista galego.
A colonización é isto mesmo temos que aguantar cos ocupantes da nosa Patria.
Forza e continúa a loitar pola Patria galega.
#18 RedeInformar
O teu comentario ter votos negativos representa ben a gravidade do colonialismo a que a Galiza está suxeita.
A independentista nunca estaría sen liberdade nin tentara facer loucuras se a Galiza non estivese ilegalmente ocupada.
É o estado colonizador o culpable de todo de mal que acontece nos países colonizados. España non ten moral nin dereito a xulgar ninguén mentres os pobos colonizados non exerceren o dereito á autodeterminación.