O prototipo, baseado no motor Opentrad, está xa de balde a disposición dos internautas.
Vázquez e Pichel, na presentación do prototipo
A empresa Imaxin Software presentou este mércores no Club Internacional de Prensa o primeiro tradutor inglés-galego/galego-inglés que, ademais, é de código aberto. O servizo atópase aínda en fase de prototipo, aínda que os seus responsábeis aseguran que seguirá a mellorar rapidamente. Está baseado, ademais, no motor Opentrad.
O proxecto foi financiado pola Consellaría de Innovación e Industria e contou coa colaboración das universidades de Vigo e Santiago de Compostela. Segundo explicou o director de márketing de Imaxin, Diego Vázquez, dispoñer dunha ferramenta deste tipo é de vital importancia para o desenvolvemento do país, que comparou co das infraestruturas de transporte. Afirmou que fai accesíbel a información escrita en inglés, que xa se converteu en lingua franca, e ao mesmo tempo pon os contidos en galego ao dispor do resto do mundo.
O responsábel do proxecto, José Ramom Pichel, explicou que, dado o afastamento que existe entre o galego e o inglés, é máis complicado conseguir programar un tradutor automático que ofreza resultados á altura dos tradutores galego-castelán, por exemplo. Porén, dixo que o prototipo, ao quedar liberado para a súa modificación e desenvolvemento pola comunidade, por ser de código aberto, irá mellorando constantemente.
Ademais, aínda que as traducións non son perfectas -algo que nunca conseguen os tradutores automáticos-, si permiten a intelixibilidade dos contidos para persoas que non falen a lingua da que proceden.
O desenvolvemento do tradutor levou entre seis meses e un ano e, segundo os seus autores, aspira a poñerse á altura doutras ferramentas privativas semellantes que levan unha década no mercado, como o Systran, que usa comercialmente Google, por exemplo.
O tradutor poderase probar no enderezo http://opentrad.imaxin.com/
Um tradutor automático desde o inglês a qualquer língua românica é umha empresa assaz difícil. Os resultados dos tradutores automáticos inglês-francês, inglês-castelhano, etc. som muito maus, polo que é de esperar que este novo tradutor seja também péssimo.
¡Conhó Semoncho, qué otimista!
Eu esperaria, que o Pichel é quem de sorprenderte.
Ono Fresa Bate
Agora si imos poder ser bilingues (galego/ingles).
Os lusógrafos estamos orgulhosos do trabalho realizado polo nosso camarada e amigo José Ramom Pichel, que além de reintegracionista escreve semanalmente a coluna "Medo aos aviões" no jornal Galicia Hoxe (e escreve-a em português padrão).
Reintegratófobos, recomendo-vos precisamente o seguinte artigo de Pichel em Vieiros: http://www.vieiros.com/opinion...
Com os luso-reintegratófobos já passo de discutir, como com todos os -fobos do mundo. Só servis para que os que temos melhor sentido do humor possamos botar umas risadas :-D
- Um chairego
Desde logo. E entre os reintegratas existe grandíssima capacidade de autocrítica, de humor e de crítica construtiva. O que passa é que polo comum só ficades na anedota... Ai! Já vereis como a reintegratada de Sei o que nos Figestes... (http://seioque.com) consegue converter-vos para A CAUSA igual que no seu dia a VA-CA (Via Anti-Colonial Activa) :D
Constestando a onofresabate:
Imaxin é umha empresa privada com, legítimo, ánimo de lucro. Se fossem capazes de fazer um tradutor automático inglêsgalego decente, também seriam capazes de fazer tradutores automáticos portuguêsinglês e castelhanoinglês, muito melhores dos existentes. E dado que qualquer de esses dous pares seriam muito mais rendíveis que o par galegoinglês, tenho sérias dúvidas de que se dedicassem primeiramente ao galego.
O meu comentário primeiro é para relativizar a "importância vital" do dito tradutor.
O crioulo castrapo da RAG é motivo da desgraza da Galiza soa falsos galegos (galícios) o apoian.
A sociedade galega ten que esixir do Estado o seguinte:
1- A oficialización do galego na norma universal (como única lingua oficial) conforme o acordo ortográfico ratificado por todos os países irmáns da fala. Co ensino escolar inmediato e obrigatorio para todos os queiran vivir e traballar na Galiza.
http://br.youtube...
http://br.youtube...
http://br.youtube.com/watch?v=...
2- Recepción inmediata das canles de televisión portugueses na Galiza en canle aberta e recepción por cabo das canles do Brasil, Angola, Mozambique, Guinea, Cabo Verde, Macau, Timor e de todos os países de lingua galego-portuguesas posíbel tecnicamente.
http://www.youtube.com/watch?v...
http://www.youtube.com/watch?v...
3- Entrada da Galiza como membro con todos os dereitos na lusofonia.
http://br.youtube...
5- Entrada da Galiza na xestión no Instituto Internacional da Lingua tendo tamén dereito á presidencia rotativa mesmo sen ser país independente.
http://www.iilp-cplp.cv/index...
Estas son as condicións mínimas para recuperarmos o tempo perdido de desalfabetización en Galego e termos un idioma de traballo que nos axude a gañar diñeiro e prestixio no mundo. O galego é unha lingua universal. Temos que ter inmediatamente unha cultura galega actualizada ao século XXI. O galego/portugués é oficial en 10 Estados soberanos se incluírmos a Rexión Autónoma de Macau na China. Idioma oficial no Mercosur, Unión Africana (onde o español non é) Unión Europea e con tradución permanente nas Nacións Unidas. A Galiza só terá futuro como rexión ou país galego coa recuperación da súa lingua materna. Abran os ollos galegos non se deixen enrolar con crioulos da RAG nin con reintegracionismo desactualizado. Co galego actualizado entramos nun mercado non só literario como en todos os dominios de máis de 250 millóns de persoas. Se temos un idioma nativo e materno con orixe milenária dos nosos antepasados que nos proxecta no mundo porque iremos trocar por un simple crioulo artificial por adopción sen futuro!.... feito á presa pola RAG para continuarmos da dependencia de Madrid.!!
Este tradutor é malo para a cultura orixinal galega tenta que o crioulo "portuñol" o castrapo gañe algunha importancia cando está só soportado polo poder político contra o pobo e contra a Galiza.
O certo galego é o escrito na norma universal.
Defenda sempre a escrita no galego universal coñecido internacionalmente como portugués. Eu estou a aprender.
O crioulo castrapo da RAG é motivo da desgraza da Galiza soa falsos galegos (galícios) o apoian.
Este tradutor é o inimigo público nº1 do idioma galego porque tenta convencer que galego é o crioulo castrapo trazendo mais confusão aos galegos para os castelhanos manterem a sua superioridade linguistica e económica na Galiza.
Galego nativo é o escrito na norma internacional.
Só com o galego universal a Galiza se liberta do colonialismo castelhano.
Seria bom perguntar quanto dinheiro esta empresa recebeu dos espanholistas que ocupam o poder para ajudar a destruir o verdadeiro galego?
Fora com os exploradores espanholistas.Os galicios são valorados negativamente porque estão contra a Galiza e contra os galegos.
Cospem no povo que lhes dá de comer.
Galiza livre da colonização já.
Galego escrito na norma universal como único idioma da Galiza.
O que é paradoxal é que sejam reintegracionistas a fazerem estes trabalhos... Claro que como são os únicos que trabalham...
#23 hai 23 minutos OBSERVADOR
Há no Brasil quem trabalhe. Sou reintegrata e não sei do que fala.
Alguén con quince usuarios?
Formosa a gravata do Pichel.
(Com permissão daquela de Martinho Montero e os laços de Rudesindo Soutelo)
Há que reconhecer que os reintegratas têm um estilo...
Apertas e parabéns,
Ernesto
Claro, non é bo que os nenos doutros sitios vexan que temos unha lingua propia... claro. E iso de que poidan aprender cousas novas (como por exemplo entender (xa non falar) unha lingua nova) claro...
vaites... o comentario non era aquí.. era polo tema da granxa.. isto é por ter tantas lapelas abertas.
Reconheço que eu tenho pouco estilo. Sou o reintegrata que confirma a regra :D
Galegos unam-se nesta questão da língua senão não haverá Galiza.
Nos últimos dias temos assistido a simpatizantes do REINTEGRACIONISMO e da norma RAG defenderem posições mais frontais e cada uma das partes valorar os comentários positivamente ou negativamente conforme concordem ou não.
Na valorização a vantagem é esmagadora a favor dos REINTEGRACIONISTAS.
Isto justifica-se com o facto de haver muitos simpatizantes dos REINTEGRACIONISTAS que não comentam mas votam.
Será que esta vitória esmagadora dos REINTEGRACIONISTAS é bom para a Galiza e para a recuperação do nosso idioma materno como defendem?
Penso que não. Sempre que galegos estejam em desacordo com questões relacionadas com a língua da Galiza todos perdemos e a Galiza também.
Todos os galegos devem procurar o que os une e não o que os desune.
Aqueles que defendem o galego na norma universal são afinal contra o quê?
1- O Ñ espanhol que na norma RAG substitui o tradicional NH originário da Galiza.
2- O LL espanhol que na norma RAG substitui o tradicional LH originário da Galiza.
3- O CIÓN espanhol que na norma RAG substitui o tradicional ÇÓM originário da Galiza e que num aprofeiçoamento do idioma foi substituído por ÇÃO.
4- As palavras não acabarem em N (como por exemplo en) como prevê a norma castelhana mas em M (em) como é originário da norma galega. Um S entre duas vogais no galego original lê-se Z (por isso A palavra isso tem dois SS para não ser lido como Z)
5- Que não se escreva só respeitando o som de ouvido mas também respeitando a origem das palavras. Em galego JÁ (lê-se XA mas não se deve escrever para respeitar culturalmente a origem da palavra), JO (lê-se XO mas não se deve escrever para respeitar culturalmente a origem da palavra ), GE (lê-se XE mas não se deve escrever para respeitar culturalmente a origem da palavra ), GI (lê-se XI mas não se deve escrever para respeitar culturalmente a origem da palavra ).
6- Respeitar a constituíção das palavras como língua culta e não escrever somente pelo som como os crioulos escritos exemplos: COM A (e não COA), COM AS (e não COAS), COM O (e não CO), Também (e não TAMÉN).
Resumindo são praticamente 6 regras que dividem os galegos e mais alguns pequenos detalhes, entre isolatas e reintegratas.
A nação galega não tem valor suficiente para resolverem esta questão?
Tenho a certeza que sim ambas as partes façam uma refexão e chegarão rapidamente que não há motivos para uns estarem contra os outros.
De um lado dirão os isolatas querem escrever conforme o nosso ouvido ouve e não respeitar a origem familiar das palavras e queremos aplicar as normas castelhanas e não as originárias da Galiza. Nem que para isso o galego se torne um idioma ultraminoritário com dificuldades de não existirem livros nem conteúdos informáticos no idioma e andarmos sempre atrás. Ser uma língua sem autonomia de se impôr no mundo mas queremos viver isolados. Queremos ter um idioma só para casa e o castelhano para trabalhar.
Por outro lado dirão os integratas. O galego/português hoje é uma língua universal. Temos de ter imediatamente uma cultura galega actualizada ao século XXI.
O galego/português é oficial em 10 Estados soberanos se incluirmos a Região Autónoma de Macau na China.
Idioma oficial no Mercosul, União Africana (onde o espanhol não é) União Europeia e com tradução permanente nas Nações Unidas.
A Galiza só terá futuro como região ou país galego com a recuperação da sua língua materna. Abram os olhos galegos não se deixem enrolar com crioulos da RAG nem com reintegracionismo desactualizado. Com o galego actualizado entramos num mercado não só literário como em todos os domínios de mais de 250 milhões de pessoas.
O galego reintegracionista ao respeitar o actual acordo ortográfico traz para a Galiza uma ortografia vencedora por ter livros de todas as matérias assim como produtos multimédia. Os estudantes da universidades galegas passam a ter livros e outras ferramentas de trabalho na ortografia reintegracionista. Isto era um passo importante para a recuperação do nosso idioma nativo.
É urgente a actualização do reintegracionismo há novas palavras que recentemente foram introduzidas no vocabulário galego-português especialmente relacionadas com a informática e novas tecnologias. Nesta actualização Portugal vai alterar a escrita a cerca de 2% das palavras os reintegracionista actualizariam cerca de 5% sendo que se limita à alteração de poucas regras de fácil compreensão.
Se temos um idioma nativo e materno com origem milenária dos nossos antepassados que nos projecta no mundo porque iremos trocá-lo por um simples crioulo artificial por adopção sem futuro!.... feito á pressa pela RAG para continuarmos da dependência de Madrid.!!
Conclusão não se dividem escolham o melhor para a Galiza.
Acabem com esta guerra em que todos perdem. Eu não vou interferir mais em comentários já disse aqui tudo. Não quero ser acusado de spamista mas isto tinha de ser dito neste momento neste tema.
VOU REPETIR NA NORMA RAG PELO RESPEITO IGUAL PELAS DUAS PARTES..
VOU REPETIR NA NORMA RAG POLO RESPECTO IGUAL POLAS DúAS PARTES..
Os últimos días temos asistido a simpatizante do REINTEGRACIONISMO e da norma RAG defenderen posicións máis frontais e cada unha das partes valorar os comentarios positivamente ou negativamente conforme concorden ou non.
Na valorización a vantaxe é esmagadora a favor dos REINTEGRACIONISTAS.
Isto xustifícase co feito de haber moitos simpatizante dos REINTEGRACIONISTAS que non comentan mais votan.
Será que esta vitoria esmagadora dos REINTEGRACIONISTAS é bo para a Galiza e para a recuperación do noso idioma materno como defenden?
Penso que non. Sempre que galegos estean en desacordo con cuestións relacionadas coa lingua da Galiza todos perdemos e a Galiza tamén.
Todos os galegos deben procurar o que os une e non o que os desune.
Aqueles que defenden o galego na norma universal son ao final contra o quê?
1- O Ñ español que na norma RAG substitúe o tradicional NH originário da Galiza.
2- O LL español que na norma RAG substitúe o tradicional LH originário da Galiza.
3- O CIÓN español que na norma RAG substitúe o tradicional ÇÓM originário da Galiza e que nun aprofeiçoamento do idioma foi substituído por ÇÃO.
4- As palabras non acabaren en N (como por exemplo en) como prevé a norma castelá mais en M (en) como é originário da norma galega. Un S entre dúas vogal no galego orixinal lese Z (por iso A palabra iso ten dous SS para non ser lido como Z)
5- Que non se escriba só respectando o son de oído mais tamén respectando a orixe das palabras. En galego JÁ (lese XA mais non se debe escribir para respectar culturalmente a orixe da palabra), JO (lese XO mais non se debe escribir para respectar culturalmente a orixe da palabra ), GE (lese XE mais non se debe escribir para respectar culturalmente a orixe da palabra ), GI (lese XI mais non se debe escribir para respectar culturalmente a orixe da palabra ).
6- Respectar a constituición das palabras como lingua culta e non escribir soamente polo son como os crioulos escritos exemplos: COM A (e non COA), COM AS (e non COAS), COM (e non CO), Também (e non TAMÉN).
Resumindo son practicamente 6 regras que dividen os galegos e máis algúns pequenos detalles, entre isolatas e reintegratas.
A nación galega non ten valor suficiente para resolveren esta cuestión?
Teño a certeza que si ambas as partes fagan unha refexión e chegarán rapidamente que non hai motivos para uns estaren contra os outros.
Dun lado dirán os isolatas queren escribir conforme o noso oído ouve e non respectar a orixe familiar das palabras e queremos aplicar as normas castelás e non as originárias da Galiza. Nin que para iso o galego se torne un idioma ultraminoritário con dificultades de non existiren libros nin contidos informáticos no idioma e andarmos sempre atrás. Ser unha lingua sen autonomía de se impôr no mundo mais queremos vivir illados. Queremos ter un idioma só para casa e o castelán para traballar.
Por outro lado dirán os integratas. O galego/portugués hoxe é unha lingua universal. Temos que ter inmediatamente unha cultura galega actualizada ao século XXI.
O galego/portugués é oficial en 10 Estados soberanos se incluírmos a Rexión Autónoma de Macau na China.
Idioma oficial no Mercosur, Unión Africana (onde o español non é) Unión Europea e con tradución permanente nas Nacións Unidas.
A Galiza só terá futuro como rexión ou país galego coa recuperación da súa lingua materna. Abran os ollos galegos non se deixen enrolar con crioulos da RAG nin con reintegracionismo desactualizado. Co galego actualizado entramos nun mercado non só literario como en todos os dominios de máis de 250 millóns de persoas.
O galego reintegracionista ao respectar o actual acordo ortográfico trae para a Galiza unha ortografia vencedora por ter libros de todas as materias así como produtos multimedia. Os estudantes da universidades galegas pasan a ter libros e outras ferramentas de traballo na ortografia reintegracionista. Isto é un paso importante para a recuperación do noso idioma nativo.
É urxente a actualización do reintegracionismo hai novas palabras que recentemente foron introducidas no vocabulário galego-portugués especialmente relacionadas coa informática e novas tecnoloxías. Nesta actualización Portugal vai alterar a escrita a cerca de 2% das palabras os reintegracionista actualizarían cerca de 5% sendo que se limita á alteración de poucas regras de fácil comprensión.
Se temos un idioma nativo e materno con orixe milenária dos nosos antepasados que nos proxecta no mundo porque iremos trocar por un simple crioulo artificial por adopción sen futuro!.... feito á presa pola RAG para continuarmos da dependencia de Madrid.!!
Conclusión non se dividen escollan o mellor para a Galiza.
Acaben con esta guerra en que todos perden. Eu non vou interferir máis en comentarios xa dixo aquí todo. Non quero ser acusado de spamista mais isto tiña que ser dito neste momento neste tema.
Este tradutor foi pago com o dinheiro dos impostos dos galegos pelos espanholistas que actualmente governam a Galiza com o objectivo de reduzir o idioma galego a um crioulo de castelhano com português.
Galego é português não é nenhum crioulo subalterno.
#41 hai 33 minutos FalaGalega3
Galiza é assim fascismo encaputado continua.
Vieiros não tem desculpa.
Pela liberdade de opinião...
Pelo galego escrito na norma universal
Apagar usuarios é un acto de cabardia.
Fin á censura.
Abaixo o castrapo.
Viva o galego escrito na norma universal.
Na galiza hai galegos e non galícios.
fin á colonización.
Pola nosa lingua nativa escrita na norma universal.
Pois a min tanto me ten, pero decidide axiña unha norma para TODOS, antes de que a xente se encha.
#48 hai 3 horas e 49 minutos stavroguin
Os países pobres têm a mesma dignidade que os ricos.
Porém na CPLP não há só países pobres . Angola tem diamante e petrólio para garantir o abastecimento aos EUA. Macau tem um dos rendimentos per capita mais elevados do mundo cerca do dobro de Espanha,O Brasil tem a maior fábrica de aviões com tecnologia própria no hemisfério Sul. Em fim não quero estar aqui a descriminar os pobre e os mais ricos. Mas só o Brasil produz cerca de 75 veses mais riqueza do que Espanha.
A lusofonia é uma irmandade cultural e não um clube de ricos ou de pobres.
Uxia - Cantos na maré
http://br.youtube...
Isto é galego nativo que começou a ser conhecido internacionalmente como português pelo facto dos castelhanos o terem proibido da Galiza. Agora em castrapo, crioulo da RAG para completar a castelhanização da Galiza.
Isto é galego nativo que comezou a ser coñecido internacionalmente como portugués polo feito dos casteláns o prohibiren da Galiza. Agora en castrapo, crioulo da RAG para completar a castelhanización da Galiza.
#55 #56 galleto e anacleto
Ó galleto e anacleto ninguén está a valorar mal os teus comentarios eles son mesmo malos.
Fai unha reflexión e se es galego de verdade non podes concordar coa colonización dos casteláns na Galiza.
Este tradutor é anti-galeguista.
Tenta fazer o castrapo passar como galego.
O pior é que foi feito com o dinheiro dos impostos dos galegos.
É assim que a Junta gasta o nosso dinheiro a destruir a nossa cultura e a teimar na colonização da Galiza.
#38 hai 3 dias silvano89
"Este tradutor foi pago com o dinheiro dos impostos dos galegos pelos espanholistas que actualmente governam a Galiza com o objectivo de reduzir o idioma galego a um crioulo de castelhano com português.
Galego é português não é nenhum crioulo subalterno.""